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Professores da rede municipal de Guarantã do Norte decretam estado de greve


A Subsede do Sintep em Guarantã do Norte convocou os profissionais da educação para um dia de paralização e também buscar um diálogo com a administração, para que seja realizado os ajustes econômico que a categoria tem direito além do enquadramento dos profissionais de apoio da educação, principalmente os que fizeram o pró-funcionários.

Os profissionais da educação saíram em marcha pelas principais ruas do município e também realizaram um acampamento em frente da secretaria municipal de educação, e foram recebido pelo secretário de educação, onde os profissionais relataram para ele tudo que já tinham emitido por documentos.

Em entrevista a presidente da subsede do Sintep  Elza Pereira relatou que o secretário afirmou que estará fazendo o enquadramento dos profissionais que terminaram o curso do pró –funcionários a partir de dezembro, mas que o mesmo não protocolou nenhum documento e as demais reivindicação, os profissionais da educação não receberam nenhuma proposta. “A administração diz que está disposta a dialogar, mas é sempre a mesma coisa só enrolação, coisa que, já conhecemos”, disse a presidente da Subsede Elza Pereira.

Ela ainda afirmou que, foi decidido pelos presentes que a educação do município está em estado de greve e se as negociações não avançar por parte da administração, o ano letivo de 2016 irá iniciar com greve, ou mesmo paralisar ainda este ano de 2015 a qualquer momento.

Outro lado.
Segundo o secretário municipal de educação, professor Valcimar Fuzinato, existe dois tipos de pró-funcionário, os que se formaram em 2010, foi pago a elevação em 2013, que, segundo o secretário deu uma elevação no salário destes profissionais do quadro de apoio (motorista escola, guardas, seladoras, merendeiras) de 50% e teve outra turma que terminaram de se formar no mês de maio deste ano e que, terão a sua elevação até o mês de dezembro.


O secretário, quando questionado a respeito da administração ter esquecido os profissionais da educação, ele disse que isso não procede, uma vez que a administração esta cumprindo. “Eu fico muito tranquilo, porque, além de garantir o piso a todos professores, para o pessoal do apoio foi pago as percas inflacionarias e os dois enquadramento que é o impacto de 50% na folha de cada um”, explicou o secretário de educação.  Por Célio Ribeiro/Roteiro Noticias
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